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Segmentos e escolha de sistema

Quanto custa um roteirizador: o que compõe o preço de um sistema de rotas

Por MoveControl · · 6 min de leitura

Resposta rápida

O preço de um roteirizador depende principalmente do tamanho da frota, do volume de paradas e do que está incluído além da rota: app do motorista, comprovante, acompanhamento ao vivo, indicadores e suporte. Os modelos de cobrança mais comuns são por veículo, por usuário, por parada ou por faixa de volume. No MoveControl, os planos começam a partir de R$ 490 por mês, e o valor varia com o tamanho da frota e o volume da operação. Para comparar propostas, coloque todas na mesma base: custo mensal total dividido pelo número de paradas do mês.

Quem pesquisa preço de roteirizador encontra de tudo: ferramenta gratuita, assinatura barata por usuário e projeto de valor alto com implantação longa. A variação existe porque a palavra roteirizador cobre produtos muito diferentes. Entender o que compõe o preço evita comparar coisas que não são comparáveis.

Os modelos de cobrança mais comuns

  • Por veículo ou motorista ativo: o valor acompanha o tamanho da frota. É simples de prever.
  • Por usuário do painel: cobra quem planeja e acompanha. Pode sair caro se muita gente precisa de acesso.
  • Por parada, entrega ou rota otimizada: o valor acompanha o volume. É bom para operação sazonal e exige atenção nos meses de pico.
  • Por faixa: pacotes que combinam limite de veículos e de volume, com valor fixo dentro da faixa.

Nenhum modelo é melhor em si. O que importa é simular a sua operação em cada um, inclusive no mês mais forte do ano e no cenário de crescimento que você espera.

O que faz o preço subir ou descer

Escopo é o primeiro fator. Um produto que só calcula a sequência das paradas custa menos do que um que também cuida de agenda de coletas, atribuição, app do motorista, comprovante, mapa ao vivo, alertas e indicadores. Se você contratar só a rota, vai resolver o resto com outra ferramenta ou com planilha, e esse custo também existe.

Há ainda a diferença entre produto pronto e projeto sob medida. No produto pronto, você paga uma assinatura e usa o que existe, com configuração. No sob medida, paga o desenvolvimento e a manutenção de algo feito para a sua regra. O segundo faz sentido quando a operação tem uma particularidade que nenhum produto atende e que representa vantagem competitiva. Em muitos casos, a particularidade é um hábito, e o produto pronto resolve com ajuste de processo.

Os outros fatores são tamanho da frota, volume de paradas, necessidade de integração com outros sistemas, nível de suporte e grau de personalização. Operação com regras muito particulares tende a pagar mais, seja em configuração, seja em desenvolvimento.

Custos que não aparecem na mensalidade

  • Implantação e treinamento, quando cobrados à parte.
  • Tempo da sua equipe para organizar cadastro de clientes, endereços e janelas.
  • Celular e plano de dados para os motoristas, se a empresa fornecer.
  • Integrações com ERP, loja virtual ou sistema de emissão de documentos.
  • Multa ou fidelidade em contrato de prazo longo.

Peça a proposta com todos esses itens discriminados. Uma mensalidade baixa com implantação alta e fidelidade de dois anos pode custar mais do que uma mensalidade maior sem amarras.

Para comparar, monte uma tabela com o custo total de doze meses de cada proposta: mensalidades, implantação, integrações e equipamentos. Divida pelo número de paradas previstas no ano. Essa base única elimina o efeito de modelos de cobrança diferentes e mostra quanto cada opção custa por parada atendida.

Como avaliar se o sistema se paga

A conta por extenso: custo mensal total do sistema dividido pelo número de paradas do mês dá o custo do sistema por parada. Compare esse valor com o que uma parada custa hoje para a operação, somando combustível, hora do motorista e veículo, e com o que custa uma tentativa sem sucesso, que é uma parada paga duas vezes.

Exemplo ilustrativo: uma operação com 3.000 paradas por mês e um sistema de R$ 900 mensais paga R$ 0,30 por parada pelo sistema. Os números são inventados para mostrar o raciocínio. A pergunta que fica é quanto de quilômetro rodado, de hora de planejamento e de reentrega precisa ser evitado para cobrir esse valor. Só a sua operação, medida antes e depois, responde.

Quanto custa o MoveControl

Os planos do MoveControl começam a partir de R$ 490 por mês. O valor depende do tamanho da frota e do volume de coletas e entregas, por isso a proposta é feita depois de uma conversa sobre a operação.

Veja os detalhes na página de planos.

O que o sistema faz está descrito em funcionalidades: agenda, quadro de atribuição, otimização de rotas, app do motorista, mapa ao vivo, alertas e indicadores.

Para receber um valor para a sua frota, fale com um especialista e informe quantos veículos e quantas paradas por dia a operação tem.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Por que os fornecedores não publicam uma tabela fechada de preço?

Porque o custo de atender uma operação de três veículos é muito diferente do de uma com cinquenta, e o volume de paradas pesa na infraestrutura e no suporte. O razoável é exigir ao menos um valor inicial público e uma proposta detalhada depois da conversa.

Vale a pena começar com uma ferramenta gratuita?

Para validar a ideia com poucas paradas, sim. O limite aparece quando a operação precisa de janelas de horário, vários motoristas, comprovante e histórico, e a migração posterior tem custo de tempo e de retrabalho.

Cobrança por parada ou por veículo: qual é melhor?

Por veículo costuma favorecer operação com muitas paradas por veículo. Por parada costuma favorecer operação com volume baixo ou muito sazonal. Simule os dois modelos com o seu mês mais fraco e o seu mês mais forte antes de decidir.

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